5.07.2016

Galáxias

Desculpa não conseguir ser mais, não demonstrar mais. Não sou boa a demonstrar a galáxia de sentimentos que percorre cada parte do meu frágil corpo.
Desfaço-me se não te aventuras. Não tenhas medo. Não sou mais do que aquilo que vês, não sou, talvez, o que pensas.
Conhece-me. Jura-me o sol, e as estrelas, e o brilho que invade os teus olhos quando me aproximo, quando seguras a minha mão, jura-me amor.
Não enlouqueças, nem percas o juízo se não me entenderes, eu juro que não sou complicada. Deixa-me mergulhar no mar que invade a tua alma, o cheiro a vida vivida que se arrasta atrás de ti.  Não fujas.
Ainda é cedo para amar, deixa andar, deixa-te arrastar no pouco amor que te dou, deixa-te cair nos meus braços e deixa-me fazer-te sentir seguro. Juro que cuido de ti. Juro que, se os ventos não soprarem a nosso favor que te vou segurar, e segurar o mundo que nos tornamos, e o amor ha-de ser a principal cidade.
Não me deixes, não te afastes só porque a minha indecisão chegou na hora errada,  ou por descobrires que nem sempre sorrio ou sou engraçada. Desculpa não ser perfeita, não sou perfeita, nunca o hei-de ser.
Continua do meu lado, continua a intimidar-me e a conhecer-me cada vez que me olhas e te aventuras na profundidade dos meus olhos, continua a segurar a minha mão e a dar-me toda a boa energia de que és feito e acalma-me que eu juro amor que não vou parar de te amar

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